Compre agora, pague depois no Brasil: por que o financiamento de celulares precisa de tecnologia de bloqueio de dispositivos

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O Compre agora, pague depois no Brasil está deixando de ser apenas uma opção conveniente na finalização da compra para se tornar um modelo de rápido crescimento para acesso ao crédito. O mercado de Compre agora, pague depois (BNPL) na América Latina foi avaliado em USD 520,5 milhões em 2023 e deve chegar a USD 3.283,2 milhões até 2030, crescendo a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 25,4%.

Esse crescimento está sendo impulsionado pela maior adoção do comércio eletrônico, pela inovação das fintechs e pela necessidade de acesso mais fácil ao crédito entre segmentos subatendidos e com pouca bancarização. Para muitos compradores no Brasil, a decisão de comprar um celular não depende apenas da marca. Depende de saber se a parcela mensal ou o plano de parcelamento cabe no orçamento.

Para credores e financiadoras de smartphones, isso cria uma grande oportunidade de crescimento. Mas também cria um risco sério. O desafio não é apenas financiar mais dispositivos. O verdadeiro desafio é financiá-los com segurança, receber os pagamentos em dia e manter as contas em atraso sob controle.

O verdadeiro desafio do Compre agora, pague depois no Brasil

Histórico de crédito limitado em segmentos novos no crédito:

O Compre agora, pague depois amplia o acesso para clientes que talvez não se qualifiquem para o crédito tradicional. Mas muitos desses tomadores têm arquivos de crédito limitados, renda informal ou pouco histórico bancário. Para credores e financeiras, isso torna mais difícil avaliar o comportamento de pagamento antes de aprovar o financiamento do celular.

Baixa visibilidade depois que o celular é entregue:

No financiamento de celulares via Compre agora, pague depois, o maior risco começa depois que o cliente sai com o dispositivo. Se o tomador deixa de atender chamadas, troca o chip ou se torna difícil de contatar, a financiadora perde visibilidade exatamente no momento em que o acompanhamento do pagamento é mais importante.

Lembretes nem sempre geram ação de pagamento:

A maioria das financiadoras envia SMS, mensagens de WhatsApp, ligações ou notificações pelo aplicativo. Mas enviar um lembrete não é suficiente. O tomador precisa realmente ver, entender e agir. Alertas comuns podem ser ignorados, dispensados ou ficar perdidos entre outras mensagens, aumentando o risco de pagamentos atrasados e maior inadimplência.

Celulares financiados são fáceis de transportar, revender ou usar indevidamente:

Smartphones são ativos pequenos e de alto valor. Depois de financiados, podem ser facilmente transportados, ter o chip trocado ou até revendidos quando não há controle no nível do dispositivo. Isso torna os celulares financiados mais arriscados do que muitos outros produtos financiados, especialmente quando o comportamento de pagamento é incerto.

A recuperação manual prejudica a lucratividade:

Para financiamentos de celulares de menor valor, ligações repetidas, acompanhamento em campo e recuperação manual podem reduzir rapidamente a lucratividade. Se cada pagamento perdido ou parcela em atraso exige intervenção humana, o modelo se torna caro para escalar no mercado brasileiro.

O que financiadoras de smartphones via Compre agora, pague depois no Brasil realmente precisam

O modelo Compre agora, pague depois funciona quando o acompanhamento do pagamento é oportuno, visível e difícil de ignorar. Historicamente, as financiadoras têm dependido do impacto nos birôs de crédito, de ligações ou de acompanhamentos em campo para criar disciplina de pagamento.

No Brasil, onde muitos tomadores têm histórico de crédito limitado ou estão fora dos sistemas formais de crédito, esses métodos nem sempre funcionam de forma confiável por si só. O que é necessário é um engajamento de pagamento integrado ao próprio dispositivo financiado.

Datacultr: viabilizando um Compre agora, pague depois mais seguro no Brasil

A Datacultr oferece às financiadoras uma plataforma para engajar clientes diretamente no dispositivo. Em vez de depender apenas de SMS, WhatsApp ou ligações, as financiadoras podem alcançar os clientes por diferentes formatos no próprio celular financiado, desde notificações simples até alertas de pagamento mais fortes à medida que a conta se aproxima do risco.

Antes da data de vencimento, o TruCall e o Flash Reminder ajudam as financiadoras a incentivar os clientes com antecedência, melhorando o pagamento em dia em 25% e reduzindo os custos operacionais em até 75%.

Quando a conta entra em atraso, o Wallpaper Reminder mantém o alerta de pagamento visível na tela do celular do cliente, para que ele não se perca na caixa de entrada ou seja ignorado como uma mensagem comum. Isso ajuda a gerar até 72% dos pagamentos em até 48 horas.

Para casos de maior risco, a tela de bloqueio personalizada da Datacultr oferece ao tomador uma mensagem clara de pagamento: por que o celular está restrito, qual valor está em aberto e qual ação é necessária para restaurar o acesso. Isso torna a jornada de recuperação mais estruturada, transparente e orientada à ação.

Com a tecnologia de bloqueio de dispositivos da Datacultr, as financiadoras podem executar ações de bloqueio e desbloqueio com base no status de pagamento. Isso ajuda a reduzir créditos inadimplentes (NPLs) em até 67% e oferece às financiadoras maior controle sobre os celulares financiados após a liberação do crédito.

Conclusão

A compra de smartphones por meio do Compre agora, pague depois no Brasil está pronta para uma grande transformação. A demanda por celulares com financiamento é real. A necessidade de opções flexíveis de pagamento é clara. O que faltava era a infraestrutura certa para manter o pagamento visível, estruturado e sob controle depois que o celular é entregue.

A Datacultr preenche exatamente essa lacuna, capacitando credores e financeiras em todo o Brasil a expandir seus portfólios de Compre agora, pague depois, mantendo o risco de pagamento firmemente sob controle.

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Perguntas frequentes

Como as financiadoras podem escalar o financiamento de smartphones por meio do Compre agora, pague depois no Brasil?

Tornando as aprovações mais fáceis para clientes que não conseguem pagar o valor total à vista, mantendo os termos de pagamento simples e acessíveis. O ponto-chave é equilibrar crescimento com controle. Um modelo Compre agora, pague depois escalável deve ajudar a aprovar mais clientes, apoiar comportamentos de pagamento flexíveis e manter a qualidade da carteira à medida que os volumes aumentam.

Como as financiadoras podem melhorar a comunicação de pagamento em carteiras de celulares financiados?

As financiadoras podem melhorar a comunicação de pagamento usando canais mais difíceis de ignorar do que SMS ou ligações comuns. A Datacultr ajuda a enviar mensagens diretamente no dispositivo, lembretes de pagamento, alertas no papel de parede e mensagens personalizadas na tela de bloqueio do próprio celular financiado. Isso mantém a mensagem de pagamento visível e orientada à ação em diferentes etapas da jornada Compre agora, pague depois.

O que as financiadoras devem procurar em uma solução de bloqueio de dispositivos para financiamento de celulares via Compre agora, pague depois?

Para o financiamento de celulares via Compre agora, pague depois, as financiadoras devem buscar uma tecnologia de bloqueio de dispositivos que ofereça suporte a todas as marcas disponíveis no Brasil. A Datacultr apoia programas de financiamento de dispositivos multimarcas com fluxos de bloqueio e desbloqueio vinculados ao pagamento, ajudando a gerenciar celulares financiados de forma mais consistente em todo o Brasil.

Sobre a Datacultr:

A Datacultr é uma plataforma de gestão de risco digital e dispositivos, utilizada por grandes bancos, instituições financeiras não bancárias, operadoras de telecomunicações, fabricantes e redes varejistas em mais de 35 países. A plataforma oferece suporte a milhões de dispositivos, incluindo smartphones, tablets, laptops, TVs inteligentes, ar-condicionados e outros bens de consumo duráveis. Ela viabiliza programas seguros de financiamento de dispositivos e Dispositivo como Serviço (DaaS) em escala.

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